05/10/2010

Realidade Diminuída - EME >>


9.15.2010


RÁDIO PIPA TAGUEADORA

Programa FUMAÇA da Rádio Pipa by editora ecoaecoa



Gravação e educador de edição: Adriano Belisário e Alissa Gottfried
Assistente de edição: Tainá Vital e Felipe Nunes
Texto: Silvia Leal e Alissa Gottfried

Rádio Pipa
Apartir do jogo literário Dada Outra Poesia, realizado no prímeiro dia (06/09) da Resistência Artística Realidade diminuida, onde as crianças taguearam o lugar onde vivem (Jardim Gramacho), foi escolhida a palavra FUMAÇA para ser escrita numa pipa.




Guiados então pelas crianças da comunidade, Alissa Gottfried e Adriano Belisário conversaram e gravaram falas sobre o assunto FUMAÇA. Adriano editou o material com Alissa e Tainá usando editor de áudio livre, mixando falas de Estamira, como referência contextual finalizado com um trecho da música O Sândalo de Tom Zé. Esse programa foi transmitido pelo Rádio Educativa Kaxinawá na UERJ em Duque de Caxias e também re-transmitido pela Web-Rádio Paraíso em São Gonaçalo, Quarta-Feira dia 15 de Setembro 2010 entre 13:00- 16:00.

Na ocasião Alissa, Felipe e Silvia reuniram-se com Prof. Mauro Costa e seus alunos de Pedagogia e Geografia da Oficina Híbridos do Labore-Lab. de Estudos Contemporâneos na UERJ, . O material foi apresentado e discutidos, avaliando esta ação no Jardim Gramacho, Duque de Caxias/RJ.


Saiba mais em:
> Resistência Artística Realidade Diminuida / EME >> Por Editora Educadora Ecoaecoa

> I-Motirõ - FIC:


WEB Rádio KAXINAWÁ



a Rádio Pipa >> Produzido por Alissa Gottfried com jovens da comunidade do Bairro Esqueleto, Duque de Caxias é transmitida pela Web-Rádio Kaxinawá. Apresentando o material para Prof. Mauro Costa e seus alunos da 'Aulas de rádio - Educação e Comunicação: Rádio I'. Parte do currículo da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense, como disciplina eletiva universal (para todos os cursos, da FEBF e outras unidades da UERJ).

Após a apresentação de Alissa sobre o seu trabalho em Duque de Caxias, o grupo de pesquisadores escutaram o rock Tcheco: A Gente Plástica do Universo. E foi discutido o texto: Rock´n roll e Revolução na Tchecoslováquia, de Mauro José Sá Rego Costa. Apresentado no XXXIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação - Caxias do Sul, RS - 2-6 de Setembro 2010.

9.08.2010


Reciclagem de Palavras e Rádio Pipa



Entrada do Aterro e da comunidade Esqueleto no Jardim Gramacho Entrance to the wetland/wasteland gramacho

Da fragilidade à resistência quem dura mais? Nosso público são crianças de 3 a 13 anos

Começamos com a reciclagem de palavras onde as crianças falam com uma palavra sobre sua comunidade e recortam ela para fazer o jogo DADA OUTRA POESIA

                                 
Até quem não sabe lê escreve e gera a semântica do Jardim Gramacho

Dada Outra Poesia: AS PESSOAS VÊEM A ALMA DO PORCO NA LAMA






Escolha da "Tag"/Etiqueta/assunto para a Rádio Pipa
A Pipa como antena da Rádio Comunitária
  Bota no ar pra falarmos sobre FUMAÇA

Rádio Pipa no Ar


Direcionando a antena
A senhora pode falar sobre a questão da fumaça na Comunidade?

Como podemos diminuir o problema da fumaça na comunidade?                                                               


Esse programa vai ao Ar também na Rádio Educativa Kaxinawá quarta dia 15/09 às 14 horas.
E em breve subimos esse áudio aqui.



Fique atento ao menor sinal de FUMAÇA
Porque onde tem fumaça não tem só fogo, tem pneu, fio, plástico, ...

Realidade Diminuida

9.02.2010


Realidade Diminuida

PRIMEIRA RESIDÊNCIA
Alissa Gottfried
| Duque de Caxias | 6 á 17 de Setembro




Jardim Gramacho é um bairro do município de Duque de Caxias onde está localizado o maior aterro sanitário da América Latina. O local recebe, por dia, mais de 7 mil toneladas de lixo provenientes de mais dois municípios da Baixada Fluminense e também da cidade do Rio de Janeiro[1]..
Em dezembro de 2006, assim era caracterizado o bairro em reportagem da Agência Brasil:
Cquote1.svg Jardim Gramacho possui 20 mil habitantes e bolsões de miséria – 50% da população sobrevive de reciclagem. Sem saneamento básico, as pessoas moram em barracos de madeira e papelão e em palafitas. Cquote2.svg

Na mesma reportagem, constava que "após três décadas de uso do local para o despejo do lixo da região metropolitana do Rio de Janeiro, o governo carioca decidiu que, em 2007, desativará o aterro[2]." Desativação que não ocorreu, levando à saturação do aterro sanitário.

Leia mais sobre o Gramacho aqui
                                                                                         

Foto do Mangue do Gramacho por Alissa Gottfried


“Realidade Diminuida” é um trabalho que envolve oficinas e intervenções numa comunidade satélite do Jardim Gramacho. As atividades da residência incluem um programa de rádio, uma produção literária, um mapa semântico no FIC e a produção de uma maquete a partir de discussões sobre a re-utilização do lixo de forma criativa e funcional. Haverá uma exposição dos trabalhos na comunidade para os alunos, parentes e moradores. Todas as etapas do projeto serão documentadas e poderão ser acompanhadas via este blog.
Alissa é educadora popular e atualmente integra o coletivo I-Motirõ ministrando cursos de cultura digital com software livre em escolas públicas, eventos, ONG´s e Pontos de Cultura. Está criando uma editora libertária com livros artesanais e licença copy left de forma totalmente indendente usando apenas software livre, pela qual, pretende oferecer este serviço para a rede dos Pontos assim como para: projetos sociais, artistas, comunidades e crianças em situação de periferia cultural como um canal de comunicação, difusão e resistência da cultura e sabedoria popular.
 

8.01.2010


Residência 1: Alissa Gottfried > Duque de Caxias

A primeira residência será com Alissa Gottfried, Educadora Popular Conectiva.
Entre as datas de 6 e 17 de Setembro 2010.














No trabalho de Alissa, O EME>> neste trabalho serve como um navegador multimidia na busca de informacões sobre os conteúdos de um lixão próximo a Baía de Guanabara.
Um grupo de pesquisadores envolvidos na atividade através da parceria com uma escola irão descobrir os principais assuntos que esse site engloba gerando tags que serão estampadas em pipas feitas como atividade de metareciclagem e empinadas em cima desse lugar. Fotos locais terão seu conteúdo alterado através de aplicativos livres de edição de fotografia contendo imagens e textos referentes aos tags, linkando assim a tag ao conteúdo relacionando conexões reais ao sistema pedagógico da web semantica.

Conheça o trabalho de Alissa Gottifried

EME >> Setembro - Novembro 2010 | Conexão Artes Visuais

As residências EME iniciam suas ativiades em Setembro de 2010 com mais 4 atividades:

Alissa Gottfried, Romano, Beatriz Lemos e Active Ingredient (UK).









Silvia Leal é proponente do projeto EME>> premiado pelo edital Conexão Artes Visuais 2010.

Conexão Artes Visuais é um programa da Funarte/MinC que viabiliza com patrocínio da Petrobras, a realização de festivais, salões de arte, mostras, palestras, seminários, debates, oficinas, mapeamentos, publicações e exposições, entre outras ações de fomento às artes visuais em todo Brasil.

08/04/2010

Projeto FIC na Escola (Yonne de Freitas) Pelo coletivo I-Motirõ

Fotos e vídeos do Projeto FIC na Escola Yonne do Coletivo I-Motirõ, no qual ministro cursos de cultura digital/multimia e software livre:

I Seminário de Arte-Educação e Tecnologia livre no Quilombo do Campinho de 18 a 21/03 - I-Motirõ




Fotos e vídeos do Seminário aqui:
http://picasaweb.google.com.br/liberteaescola/ISeminarioDeArteEducacaoETecnologiaLivreNoQuilomboDoCampinhoDe18A2103IMotiro#
Lançamento da Editora libertária Ecoaecoa e meu primeiro Livro coletivo Artesanal: as Borboletras Estão Chegando.  



7 de Março de 2010, 

Feira de Trocas Solidárias em Porto Alegre – RS

Calor, cores e alegria preencheram a tarde do sábado, dia 20 de fevereiro, em Porto Alegre. Na escadaria da Borges, em frente ao Prédio da Comunidade “Utopia e Luta” o grupo animado encontrou-se para realizar trocas solidárias. O encontro foi motivado pela vontade de proporcionar a vivência de outras perspectivas de consumo e, através da troca direta de produtos materiais e culturais, estimular práticas que valorizem a preservação da natureza e a economia da solidariedade.

As feiras de trocas são praticadas em vários espaços sociais como proposta alternativa de economia popular e solidária. As primeiras aconteceram no Canadá nos anos 1980. Se baseiam em princípios da economia solidária:substituir o lucro e a competição pela cooperação; valorizar o saber e a criatividade humana e não ao capital e sua propriedade; buscar um intercâmbio respeitoso com a natureza.
A pequena feira foi iniciativa de um grupo de amigos e coletivos que compartilham de idéias de preservação, colaboração e criatividade. Entre os grupos que participaram podemos citar a Comunidade Utopia e Luta, Pontos de Cultura, Rede Mocambos, Coletivo de Agroecologia Uvaia, Coletivo Tear Digital, Instituto de Desenvolvimento Social Bravagente As trocas aconteceram de maneira bastante livre e direta, o que pode ser definido também como escambo. O primeiro encontro do grupo foi o princí­pio de uma seqüencia de feiras que está sendo projetada, e já definiu-se o próximo encontro para o dia 10 de abril, no mesmo local. Pensando na ampliação da atividade a divulgação será intensificada para proporcionar a participação de outras pessoas e movimentos sociais. Em Porto Alegre e região já acontecem outras feiras, propostas por diversos movimentos e comunidades, como a Utopia e Luta, a Cooperativa Girassol e outros relacionados ao Fórum Brasileiro de Economia Solidária.

Na oportunidade foi lançado o primeiro livro da Editora Livre Ecoaecoa, o Borboletras. Idealizada por Alissa Gottfried e Felipe Nunes, a edição do livro de poemas é alternativa viável para a circulação de idéias e conhecimentos, possibilitando a distribuição direta e flexível. Também foram distribuí­dos contos e poesias em forma de panfletos e adesivos do projeto Epidemia de Poesia da Revista Guatá, do Paraná.

Algumas feiras de trocas utilizam a moeda social. Nestes casos são estabelecidas comissões que funcionam como coordenação, responsável pela emissão, distribuição e controle da moeda solidária que possibilita aos membros comprar e vender dentro do grupo. O Projeto Colibri, resultante do surgimento dos encontros de vários paí­ses na Rede Latinoamericana de Socioeconomia Solidária, compreende que o uso da moeda social e a busca de sua integração é um instrumento da própria construção democrática da Economia Solidária. No Brasil, exemplo de sucesso é na comunidade da favela Conjunto das Palmeiras, em Fortaleza (CE), onde a Associação dos Moradores criou um banco que faz empréstimos, financia negócios e concede cartão de crédito aos associados como ação para impulsionar o consumo interno e a geração de empreendimentos sociais na comunidade. No I Fórum Social Mundial houve grande procura pela oficina denominada “Economia Popular Solidária e Autogestão” (aproximadamente 1.500 participantes), o que motivou a criação de um GT Nacional com a participação de diversos segmentos: rural, urbano, estudantil, religioso, sindical e de comunicação. Desses debates nasceu o Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) que atua no sentido de integrar as diversas ações de economia solidária em todo o país.
Para mais informações acesse:
http://cirandas.net/;
http://redlases.wordpress.com/
http://www.coopgirasol.com.br/
http://www.fbes.org.br/
Texto: Vania Pierozan Imagens: Vania e Paulo PC



http://www.guata.com.br/poesiasempre/_1E100219PS_alissa_gottfried_borboletras.html

         
    

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POESIA SEMPRE
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 Felipe Fiorenza & Alissa Gottfried
As poesias abaixo fazem parte do livro "As borboletras estão chegando" foi lançado em fevereiro de 2010, durante a Feira de Troca Solidária, nas escadarias da "Borges", na cidade de Porto Alegre, RS. Produção da ecoaecoa editora, o livro custa R$ 10,00 e pode ser adquirido através de pedidos pelo e-mail ecoaecoa@gmail.com


Borboletras

As palavra são os conjunto das letra
E dá a l-e-t-r-a
Como uma p-á que l-a-v-r-a
Enquanto vou f-r-a-s-e ando
e as borboletras continuam voando.
Viva o namoro das borboletras!

 Felipe Fiorenza & Alissa Gottfried
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Cosmogonia roots:

Pitanga-ta-ta

da língua Samambaiah

Pegasus
Xaxim
Gergilim
Samambaiah
Samambaiaeh
Samambaiaqui
Guata
Guatassara
Samba
Samba-eh
Guatassamba
Sambaqui odomode
Aprende
Apreende
Empreende
Coompreende
AMANITA

Alissa Guatassara
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 Sem chance

O galhofar de um avarento
Em seu pequeno mundo não assusta
Rato, verme, qualquer coisa assim.
Mantenha seu coração ao abrigo dos sórdidos
Por fim, a vida majestosa porfia, declara guerra
E a felicidade o faz trastejar:
Sem som
Sem nada pra levar:
É ferro-fogo
Alho-vampiro
Choro-suspiro
Nada mais.

 Felipe Fiorenza

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Alissa Gottfried e FelIpe Fiorenza são artivistas culturais em Porto Alegre, RS
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Índice de Poesia Sempre


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Participação do Diálogo Interplanetário de Cultura Livre no fsm 2010


 

No Diálogo Interplanetário de Cultura Livre - FSM 2010

Enviado por rodrix, seg, 01/02/2010 - 22:18

26/01 - Que Cultura queremos?

Cara e Señal 11
Cheguei no dia 25 de janeiro e armei a minha barraca na escola Ícaro em Canoas. Com o ônibus que chegou de São Paulo, chegou um ônibus do Uruguai e outro da Argentina. Depois peguei o trem para Porto Alegre e fui ver a marcha do Fórum Social Mundial. Havia diversos grupos desde o movimento GLBT a Maristas, desde partidos e sua infinidade bandeiras e sindicatos com seus carros de som tocando axé até grupos anarko punks que naturalmente eram os mais animados ficando ao "sul" da marcha. Destes últimos peguei um panfleto copi-cola-xerox que dizia "Estupro é uma realidade cotidiana".
Infelizmente não pude estar na abertura do Diálogo Interplanetário de Cultura Livre porque fui me encontrar com Alissa com quem troquei muitas idéias sobre o Partido Pirata e a forma como estávamos nos organizando. Ela me falou da Festa Pirata que organiza e promove a livre circulação cultural. Gostei muito da conversa. Á tarde peguei uma parte do diálogo "Conceito de Cultura livre" no parque de Canoas. Participou o rapper Gog e pessoal da radio livre da Argentina La Tribu que comemorava seus "20 años de amor" além de integrantes do Musica para Baixar, Livreiros independentes da Argentina e Coletivo Epidemia entre outros. Foi apresentado as experiências de cada grupo e principalmente foi discutido o papel do músico como o porta-voz da cultura livre. Fernando e integrantes de O Teatro Mágico contaram sua experiência com as gravadoras e o fato de quando terem usado meios alternativos de distribuição de música que a música deles foi mais ouvida, "quando o contrato foi feito com o público e não com a gravadora" como disse Fernando do O Teatro Mágico. com quem troquei muitas idéias sobre o Partido Pirata e a forma como estávamos nos organizando. Ela me falou da

Os direitos autorais

A segunda parte no dia 26 depois do Diálogo sobre "O conceito de Cultura Livre" teve o diálogo "Limitações dos Direitos Autorais - Direitos do público em acessar livremente os Bens culturais" que achei muito interessante pois tocou diretamente no que está relacionado a legislação de Direitos Autorais e Tratados Internacionais. Pablo Ortellado do Grupo GPOPAI e Coletivo Epidemia fez uma apresentação introdutória muito interessante sobre direitos autorais no Brasil e no mundo e citou a recente diretiva do Ministério da Cultura do Brasil sobre reforma dos Direitos Autorais. Em seguida, o Professor Guilherme Carboni fez uma apresentação sobre a lei de direitos autorais sob o ponto de vista dos tratados internacionais que o Brasil é signatário. Fiquei sabendo que o primeiro tratado internacional sobre Direitos autorais que o Brasil assinou é a Convenção de Berna de 1886 que estabelece um prazo mínimo para a vigência dos direitos autorais em no mínimo 50 anos depois da morte do autor. Isto significa que mesmo uma ampla reforma nos Direitos Autorais no Brasil ficaria atrelada a este prazo mínimo devido a adoção desse tratado. Sobre as Iniciativas do Ministério da Cultura em relação a uma reforma dos Direitos Autorais, falou José Vaz, membro da secretaria executiva do Ministério que estava representando o Ministro da cultura interinamente na ocasião. Ele reafirmou o compromisso do MinC com uma ampla reforma dos direitos autorais (mesmo que o texto da reforma esteja sendo mantido em sigilo). Reafirmou que em breve o texto da reforma será disponibilizado de forma integral para o público.

27/01 - A democratização da Comunicação

De manhã o tema do diálogo era "Processos sociais pela democratização da comunicação - Casos da Argentina e do Brasil". Bia Barbosa do Intervozes fez uma apresentação sobre a recente Conferência de Comunicação - Confecom que aconteceu em Brasília e a forma como se conseguiu que o evento seja realizado mesmo com o boicote dos grandes meios. Fernando de La Tribu e Agencia PulsarGinga nos meios acadêmicos da Agentina. Se destacou o Ginga como importante ferramenta de inclusão digital e acesso à recursos eletrônicos do Estado - "governo eletrônico". Falou da recente reforma da Lei de Medios da Argentina que abriu possibilidades para o uso do espectro eletro-magnético de maneira mais equilibrada entre empresas comerciais e organizações sem fins lucrativos. Se falou também da adoção do sistema Brasileiro de TV digital na Argentina que encontrou muito mais campo entre os pesquisadores deste país que do Brasil principalmente no desenvolvimento do sistema de interatividade
A segunda parte do Diálogo foi sobre "Sustentabilidade e novos modelos de negócio - É possível ser um profissional da Cultura livre?" e contou com a participação de Dardo Ceballos (Argentina) da plataforma de música colaborativa Red Panal, Gustavo Anitelli do Música para Baixar e Allan da Rosa (Brasil) do Edições Toró entre outros. Dardo começou apresentando a plataforma colaborativa Red Panal demonstrando como a música é construída por faixas independentes (pistas en Español) e como é possível a formação da música como um resultado final da sobreposição ou mixagem dessas faixas. Explicou que a plataforma Red Panal funciona exatamente como uma comunidade que compartilha essas faixas e também músicas completas construídas a partir dessas faixas. Demonstrou também como uma infinidade músicas e ritmos poderiam ser construídas por um conjunto fechado dessas faixas e a forma colaborativa como a música pode ser construída a partir do Red Panal.
Alan da Edições Toró falou da experiência com a produção de literatura local explicando que isso criou até mesmo novas formas de literatura e movimentos literários como a palavra escrita da "literatura periférica" e suas ligações com a palavra falada do Hip-hop. Falou da forma que produziam e publicavam livros de forma independente e agindo onde o mercado editorial "não alcança". Citou o caso do escritor Ferrez que adotou uma editora comercial para publicar seus livros apenas pela maior possibilidade de distribuição de suas obras. Sobre isso também falou das dificuldades de distribuição da produção independente.
Em seguida ao diálogo, foram feitos sub-grupos entre os presentes seguindo um critério de afinidade para apresentar experiências em cultura livre. Os grupos foram "Video e software livre", "Musica", "Produção editorial" e "Comunicação". Tive a experiência de acompanhar as apresentações de quem produzia video e do movimento do software livre na Argentina e Uruguai. Conheci como o projeto projeto One laptop per Child está sendo implementado no Uruguai de forma a gerar bastante críticas principalmente ao fundamento do projeto o objetivos. Conheci também o projeto de rede autônoma wireless Buenos Aires Buenos Aires Libre e me interessei bastante. Me senti um pouco despreparado porque não tinha preparado nenhuma apresentação então não falei nada do Partido Pirata daqui. Muita gente veio me perguntar da camiseta e somente expliquei por cima como é e como está sendo o Partido Pirata no Brasil.

28/01 - O Fórum Internacional de Cultura Livre

A noite na Escola Ícaro tivemos uma pequena reunião para nos organizarmos a fim de promover o Fórum Internacional de Cultura Livre em São Paulo e Pablo Ortellado iniciou as discussões indicando as possíveis formas de financiamento para o Evento e data, não me lembro da data correta, mas creio que seja segundo semestre de 2010. Indicou Ministério da Cultura e Sesc como possíveis e bem prováveis apoiadores. Se destacou diversas formas de financiamento e certos princípios que se devem seguir ao aceitar ou pedir financiamento para certas instituições e mesmo do Estado. Destes princípios, a independência quanto a possível influência dos financiadores e a prioridade de alguns financiadores em relação a outros, como por exemplo, o Ministério da Cultura em detrimento de bancos privados. O indicativo de consenso é que definiríamos alguns prazos e se definissem equipes para por exemplo procurar financiamento e escrever um esboço do projeto. Se definiu que a lista "cultura livre" do GPOPAI seria usada para organizar o evento e documentar os trabalhos mantendo um fluxo baixo, sem muitas discussões nessa lista.

"Buenos Materiales"

Consegui bastante material impresso e ótimos panfletos e jornais que falavam das diferentes iniciativas. Entre eles o interessante jornal "Cara e Señal 11" e um prospecto bem interessante sobre a rede Buenos Aires Libre. Consegui também algumas revistas THC e conversei com um argentino sobre liberdade de expressão explicando que no Brasil uma revista dessa não seria possível. Ele me explicou que na Argentina o direito à liberdade de expressão está bastante consolidado.

Depois... Uma noite no Campus Party

Cheguei em casa e deixei a mochila e peguei o metrô para encontrar meus amigos piratas no ultimo dia do Campus party. Troquei uma idéia com o pessoal e saiu algumas propostas interessantes como reformular o fórum. Quando cheguei, o pessoal estava participando do Observatório do Marco Civil e foi interessante constatar que o trabalho que devotamos ao Marco Civil foi bastante significativo considerando o conjunto das contribuições. Me falaram bastante do "Caso chemalle" que já estou cansado de ouvir e me diverti bastante com constatação do óbvio. Nesse ínterim, uma das idéias que propus foi de nós intervirmos de forma mais inteligente nas eleições legislativas de 2010 que é em vez de "lançarmos candidatos", lançaríamos idéias. Isso funciona de uma maneira muito mais interessante do ponto de vista das garantias que teríamos ao "apoiar" determinado candidato. O projeto funciona mais ou menos como a iniciativa Querido Candidato da associação SOLAR da Argentina. Basicamente criaríamos uma proposta que seria adotada pelos candidatos interessados em nosso apoio (leia-se marketing de graça na internet) e com a condição de não só votar a favor dessa proposta, como apresentá-la na pauta da casa legislativa a que eventualmente faça parte, isso feito com a nossa orientação. Pensei em uma proposta simples que é basicamente UM PONTO (isso para ser fácil de fiscalizar e também cobrar, além de ser mais fácil para o candidato entender). O ponto é a descriminalização da pirataria, ou seja, a supressão do artigo 184 do código penal como um projeto de lei de reforma, que seria eventualmente criado sob nossa orientação. De fato existe muitos argumentos sociais e legais, baseados na constituição, que fazem dessa abordagem penal dos direitos autorais ter uma base fraca na nossa legislação. Isso como o exemplo na ação movida pelo Túlio Vianna ao TJMG. Penso ser esta uma estratégia muito mais digna, politicamente falando, que usar do "mercado de apoio político" de forma despreparada. Neste projeto podemos até mesmo usar o software CC2 para automatizar e criar esta plataforma de apoio a questão. Me lembro que a Toya um dia conversou comigo que os italianos que desenvolveram o CC2 disponibilizariam uma instalação do CC2 em seu servidor para nós traduzirmos e usar o software para um projeto. Bom, esta foi minha idéia e espero desenvolvê-la melhor no futuro com a ajuda de todos.
http://www.partidopirata.org/node/272
Pontinho de Cultura Curiosaidade

Alissa Gottfried: experiência multimídia com crianças

por: Gabriela Agustini, em Cobertura, Vídeo no dia 14/12/2009

A educadora social de Porto Alegre Alissa Gottfried veio a São Paulo para participar do Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira e trocar experiências com outros participantes. Nesta entrevista em vídeo, ela fala, entre outras coisas, sobre o jogo de RPG com recursos multimídia que criou para incentivar as crianças a contarem e criarem histórias.



Para continuar a pesquisa sobre Cultura Digital no Brasil e no Mundo acesse esse outro link:




Mimosa do Pontinho Curiosa'Idade é premiada no I Festival de Robótica Livre do fisl 10

A mimosa do Pontinho Curiosa´Idade foi construída para as vivências do curso de produção literária que acontecem nas segundas-feiras no Ponto de Cultura Odomode. Na atividade as crianças vivenciam histórias sobre sua comunidade, através do jogo "Comunativo" que se trata de um RPG desenvolvido por esse projeto de oficina, onde uma maquete é montada com materiais reutilizados e depois proposta como trama nas histórias. Por exemplo na mimosa teatraliza-se a construção da rádio proposta na maquete/tabuleiro. Mimosa é o nome carinhoso usado pelo movimento da metareciclagem dado às máquinas reconstruídas apartir de PC's antigos ou estragados.

Durante o fisl 10 a mimosa do Pontinho foi construida adaptada a um carrinho de supermercado com ajuda de estudantes da UFMG no Ponto de cultura Odomode e através deles participou do I Festival de Robótica Livre que aconteceu na PUC durante o fisl 10. Lá na PUC foi implementado, na Mimosa do Pontinho, o projeto de robótica livre chamado "Apontador de Estrelas", que ganhou o primeiro prêmio na categoria robótica iniciante. O projeto trata-se de uma antena controlada por linha de comando, para cima/baixo e direita/esquerda que no RPG simboliza a torre de comunicação da comunidade onde estão sendo transmitidos os programas de rádio gravados pelas crianças durante a atividade de produção literária.

Depois de participarem do fisl 10 e apartir das vivências com a mimosa, as crianças do Pontinho, empolgadas com a robótica que estão desenvolvendo, montando robôs apartir de carrinhos eletrônicos estragados, e criaram, então um programa na rádio da mimosa falando sobre o projeto de robótica deles para a comunidade do Odomode.



Para mais informações escreve para: alissa@softwarelivre.org

Abaixo o vídeo documentando as gravações na mimosa do programa de rádio sobre robótica :
video





O PROJETO CURIOSA’IDADE

Abril 10, 2009 por elisagottfried

PONTINHO ODOMODE
O Projeto surge como uma proposta de aprofundar nossas ações sócio-culturais, artísticas e educacionais no ponto de cultura com as crianças e adolescentes que são atendidas no Odomode. A proposta será mais um instrumento utilizado na formação e resgate dos valores básicos da infância contidos no estatuto da criança e do adolescente.O presente projeto já vem sendo desenvolvido no ponto com as crianças e adolescentes dos bairros jardim Botânico, e através dos griôs do Ponto de Cultura.

TEATRO DE BONECOS ABAYOMI

p3238151As bonecas abayomi são um recurso pedagógico interessante para reflexão sobre a pluralidade.
Nas primeiras aulas os participantes aprenderam a técnica, feita com retalhos de tecido de forma
simples, sem costura.  Nessas bonecas e bonecos eles representam pessoas que conhecem ou
imaginadas.  Mais tarde as bonecas farão parte de um jogo social onde as crianças, além de criar
os personagens, imaginam, elaboram e interagem com  a vida comunitária destes personagens.
A ação visa proporcionar a reflexão sobre a participação nos projetos sociais e melhor
entendimento das relações na comunidade e do papel de cada um no seu espaço abayomi prendeu a atenção dos pequenos, que já estão criando bonecos tendo como
referência principalmente na família e em alguns colaboradores do Ponto de Cultura.

Oficinas no Fórum da Cultura Digital Sul em SC


Pontinho de Cultura Curiosa'Idade/Odomode no Fórum de Cultura Digital SC:

(fotos: Tusile, Elisa Gootfried, Ana Paula Stock e Alissa Gottfried)
O Pontinho de Cultura Curiosa'idade do Odomode participou do Encontro Sul da Cultura Digital, compartilhando algumas de suas atividades. Na primeira noite o grupo de adolescentes do Instituto Afrosul apresentou o Odomode Tambor, mostrando qualidade técnica e muita energia, que agitou os presentes no espaço do Ponto de Cultura Anima Bonecos, em Rio do Sul.
No segundo dia a oficineira Elisa Gottfried, de abayomi, (bonecos feitas com nós em tecido) demonstrou as possibilidades de criar o brinquedo, que é, ao mesmo tempo, material pedagógico. As borboletas de origami feitas por Vania, Alissa e Pipoca ilustraram o cartaz manual de divulgação das oficinas.
O Pontinho de Cultura Curiosa'idade iniciou seus trabalhos em março com as oficinas de origami e abayomi, que estão em fase de conclusão. Em breve terão início as oficinas de teatro de bonecos e criação áudio-visual, que complementam a formação promovida no Ponto de Cultura Odomode com crianças e adolescentes da comunidade que vive próximo ao Instituto Afrosul, em Porto Alegre, RS.
Além da apresentação artística Odomode Tambor e a participação nas oficinas, o Ponto de Cultura levou as experiências e vivências de seus Mestres e Griôs Paraquedas, Iara e Paulinho.
Por: Vania Pierozan



Oficinas do Minuano no Encontro dos Pontos de Cultura Digital

Dois dias de oficinas de gráfico foram oferecidas no Encontro de Cultura Digital Sul em Rio do Sul.
Durante o segundo dia de evento iniciei a oficina de gráfico produzindo esses cartazes da foto acima. A atividade durou 2 dias do evento. No primeiro dia não propus um cronograma para a oficina, pois queria ajudar os participantes a produzir ou estudar as ferramentas livres que estivessem precisando. Para isso apresentei o curso wiki de gráfico publicado no link:
http://ecoaecoa.wordpress.com/curso-de-graficolivre/
ou clicando em gráfico no link:

Em torno de 20 participantes aproveitaram a oficina para produzir cartazes de oficinas, blogs, cartões de visita, email, editar fotos, articulamos um movimento de mulheres que criou este blog colaborativo.

Este blog foi proposto na plenária final do fórum dos pontos de cultura e no fim do evento um panfletinho foi distribuido com o endereço e email para postagens. O motivo em optar pelo Blogspot foi para que qualquer pessoa pudesse postar imagem e texto sem da forma mais fácil possivel. O blog possibilita a postagem automática, sem passar por filtro, enviando um email para:


Integrantes do Grupo Feminino de Pesquisa, Produção e Multiplicação da Cultura Digital Popular Sul, como Vânia Pierozan e Lisiane Brolese e eu estamos administrando o blog. Se você quiser colaborar para o blog é só mandar um pedido aqui.
Foto: Elisa Gottfried



"Encontro de Conhecimentos Livres dos Pontos de Cultura da Região Sul Teia Sul".

Foto Tatiana Mileide
O 1º ano do Ensino Médio, juntamente com a professora Tatiane Mileide Danna, da disciplina de Artes, estiveram presentes no Encontro de Conhecimentos Livres dos Pontos de Cultura da Região Sul Teia Sul, no Parque Universitário Norberto Frahm, onde foram desenvolvidas oficinas e palestras sobre a cultura digital.
Os alunos participaram da “Oficina de Blog”, ministrada pelo Ponto de Cultura Digital Minuano, de Porto Alegre. Onde a turma criou um blog que vai ser o FanzineT virtual da Escola UNIDAVI.
No site www.minuano.org você poderá conferir e conhecer o trabalho do Ponto de Cultura Digital Minuano.
Logo após se divertiram muito com a “Oficina de Grafitagem”, com o grafiteiro Jackson Brum, de Porto Alegre. No site www.multypli.com, poderá ser conferido o trabalho do grafiteiro e ver outras fotos da oficina realizada.


Oficina de web - rede de blog na plataforma WordPress.

Oficina de Grafitte do Jackson

fonte: http://culturadigitalsul.blogspot.com/2009/04/fotos-das-oficinas-com-turma-da-unidavi.html


Contato

Alissa Gottfried
alissa@softwarelivre.org
(21) 9205 1638

Artivismo

Artivismo

A soma dos olhares levará os galhos a balançarem

donde mira-me